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A Polícia Militar chegou a atacar o grupo 3 vezes, e alguns bolsonaristas provocaram tumultos furando o bloqueio policial e investindo contra os antifascistas, que revidaram. Nas 3 ocasiões o conflito começou por provocações bolsonaristas e a Polícia Militar agiu com brutalidade apenas contra os antifascistas, atuando como verdadeiros seguranças particulares da manifestação pró-governo. Um ativista foi detido e outro passou mal devido ao gás lançado pela Polícia Militar.
A auto-organização comunitária é algo que sempre existiu, e aqui desde os povos nativos, dos quilombos ao movimento operário, assembleias populares, cooperativas, associações e chegando aos coletivos. Quando o povo se organiza, se apóia, constrói autonomia e transforma a própria realidade percebemos nosso poder.
#VidasNegrasImportam
#BlackLivesMatter
#VidasNasFavelasImportam
A operação começou com fiscalizações nas estradas, com blitz na Ponte Rio-Niterói, na Avenida Brasil e em diversas outras vias de grande circulação da região. Após alguns dias, começaram operações extensivas dentro de comunidades. Na semana passada, diversas favelas foram invadidas pelo exército, entre elas o Jacarezinho, cujas operações intensas duram dias. Em Niterói, houve ação em pelo menos 7 localidades, e diversos/as moradores/as denunciaram pelas redes sociais as trocas de tiros e o perigo ao qual foram expostos/as.
Além da ação de solidariedade, os manifestantes entoaram palavras de ordem contra o racismo, e chegaram a interditar uma via da Presidente Vargas em protesto contra o genocídio do povo negro, recentemente estampado na mídia devido aos assassinatos cometidos pela Polícia Militar no período da pandemia, principalmente no Rio de Janeiro, onde mesmo com determinação do STF, as operações policiais não cessaram.
Nesta terça-feira, 15 de março, estudantes do CIEP 449: Leonel Brizola (Brasil-França), localizando em Charitas, Niterói, saíram em protesto pelas avenidas de São Francisco e Icaraí, fechando parte das ruas e chamando atenção com cartazes e músicas.
Nesta segunda-feira, 17 de outubro, manifestações contra a PEC 241 foram puxadas em alguns estados do Brasil. No Rio de Janeiro reuniu cerca de 10 mil pessoas e foi brutalmente reprimida pela polícia militar. Jornalistas, bares e restaurantes também foram alvos dos policiais. Pelo menos dois jornalistas foram atingidos por PMs, sendo um gravemente ferido, precisando ser hospitalizado.
Nesta segunda-feira, 14 de dezembro, falece Sergio Luis Santos das Dores, conhecido por todos como o Presidente. Seu velório ocorreu nesta quarta-feira, dia 16, no hall de entrada da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, seguido de comboio até o cemitério do Catumbi, onde seu corpo foi inumado por volta das 16 horas.
“Estamos aqui, primeiramente, para ser reconhecidos como funcionários pelas empresas de aplicativo, porque atualmente o que dá dinheiro para essas empresas é elas não reconhecerem nenhum tipo de vínculo com nós entregadores.” - Disse um dos entregadores ao CMI. - “Uma das nossas pautas também é ampliar a nossa taxa mínima e a nossa taxa por quilometragem.”
Movimento Passe Livre do Rio de Janeiro e Niterói e outros movimentos sociais convocam protestos contra os aumentos das passagens municipais, intermunicipais e o possível corte do bilhete ÚNICO que vem sendo pressionado pelas empresas de transporte público.
Nesta quarta-feira, dia 8 de novembro, 8 estudantes foram detidas/os durante uma manifestação de servidores do estado em frente a Assembleia legislativa - ALERJ - e, em seguida encaminhadas/os para a 17a DP, em São Cristovão, e após a liberação de menores de idade, foram encaminhados ao presídio em Benfica.
Palestra sobre a Tradição Libertária na Revolução Russa e sobre a Greve de 1917 no Brasil, dentro do ciclo de palestras sobre os 100 anos de Revolução Russa no campos do Centro do Colégio Pedro II no dia 23 de agosto de 2017.
Palestrantes:
Frank Mintz (professor, pesquisador e membro da CNT-SO da França)
Amir El Hakim de Paula (professor da UNESP)
Na sexta-feira, dia 16 de dezembro, ocorreram dois eventos na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro, que denunciam a violência de estado contra a população preta e pobre. Primeiro, mães de jovens assassinados montaram uma árvore de Natal com fotos de suas filhas e filhos assassinadas/os, principalmente, pela polícia. Depois, ativistas, moradoras e moradores de favela, fizeram uma performance enquanto ocorria um evento religioso de natal na praça, denunciando o papel genocida que a polícia cumpre na favela e em repúdio ao arquivamento do caso do menino Eduardo de Jesus, assassinado por policiais.
Segunda-feira, 07 de dezembro, o exército brasileiro iniciou a demolição de 19 das 29 casas que restam na Aldeia Imbuhy, que deverá ser concluído até a próxima quarta-feira. Em já foram junho 3 casas onde moravam apenas senhoras idosas, mas, desde a década de setenta que as forças armadas vêm se empenhando para expulsar as famílias que vivem no local há mais de dois séculos, pelo menos 70 anos antes da proclamação da república e 80 anos antes da conclusão da construção do forte Imbuhy.